domingo, 28 de setembro de 2008

>>Alemanha, o primeiro mundo da bola para as mulheres

No país das bicampeãs do Mundo, nacional é realizado desde 1990 e há trabalho de formação de jovens atletas.

Pode-se dizer que os 50 mil pagos pela Confederação Alemã de Futebol a cada jogadora da seleção nacional pela conquista, no domingo, da Copa do Mundo feminina da China, vencendo o Brasil na final por 2 a 0, são uma recompensa polpuda. Mas o prêmio para o segundo título mundial seguido das Golden Girls, como elas são chamadas no país, não chega a deixar boquiabertos os colegas do futebol masculino. Pelo terceiro lugar na Copa do Mundo do ano passado, o time de Ballack e companhia faturou 100 mil.

Mesmo assim, as atuais jogadores alemãs não podem se queixar. As compatriotas campeãs da Eurocopa de 1989 foram presenteadas apenas com um bonito aparelho de café e uma tábua de passar roupa. Na Copa anterior, entretanto, o tratamento melhorou e as jogadoras ganharam 15 mil. Elas têm uma realidade bem diferente das vice-campeãs mundiais, que ou saem do Brasil ou têm de se submeter a salários que não chegam a R$ 500. Comparadas com as brasileiras, as alemãs vivem num outro mundo.

Continuação da reportagem: http://www.estado.com.br/editorias/2007/10/07/esp-1.93.6.20071007.46.1.xml


" Jamais Devemos Comparar o futebol feminino com o masculino" Alerta
Bernd Schröder técnico do Turbine Potsdam, uma das melhores agremiações da modalidade no país, duas vezes campeã alemã.


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